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Conversa do bebê Camelo

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Um espetáculo

A Sociedade Música pela Música brindou a Comunidade Evangélica São João, Pelotas, com um espetáculo maravilhoso.
No vídeo estão parte de 3 músicas.
O vídeo não consegue dar a ideia da dimensão do espetáculo.


quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Estresse T E S T E

Presidente da Isma Brasil elaborou perguntas especialmente para os leitores do GLOBO
·          
Ana Maria Rossi, presidente da ISMA Brasil, associação de pesquisa e tratamento do estresse, diz que ele a princípio não é bom nem mau: tudo vai depender de como cada um encara a situação que o desencadeou. A partir daí, aí sim, o estresse é positivo ou negativo. “Estresse de menos deixa a pessoa sem motivação; demais, deixa imobilizada”, explica. “Cada um deve encontrar seu nível ótimo de estresse, já que o que é ruim para uns pode não ser para outros”. E o seu nível de estresse, como anda? Se quiser descobrir, confira, a seguir, o teste criado pela médica exclusivamente para o GLOBO.

VOCÊ ESTÁ ESTRESSADO?
1— Você se sente satisfeito com a sua vida?
a) Raramente
b) Às vezes
c) Frequentemente
2 — Quando não consegue o que quer, planeja alternativas?
a) Raramente
b) Às vezes
c) Frequentemente
3 — Sente-se gratificado pelo que faz?
a) Raramente
b) Às vezes
c) Frequentemente
4 — Consegue equilibrar sua vida pessoal e profissional?
a) Raramente
b) Às vezes
c) Frequentemente
5 — Você cultiva o relacionamento com as pessoas que são importantes para você?
a) Raramente
b) Às vezes
c) Frequentemente
6 — Quando está sobrecarregado, recusa novas responsabilidades?
a) Raramente
b) Às vezes
c) Frequentemente
7 — Em sua rotina diária, você agenda um período para relaxar?
a) Raramente
b) Às vezes
c) Frequentemente
8 — Você mantém um estilo de vida saudável?
a) Raramente
b) Às vezes
c) Frequentemente
9 — Considera-se uma pessoa otimista?
a) Raramente
b) Às vezes
c) Frequentemente
10 — Você sente prazer em fazer as coisas de que gosta?
a) Raramente
b) Às vezes
c) Frequentemente
Resultado:
Para cada Raramente conte 1 ponto; para cada Às Vezes, 2 pontos; e, para cada Frequentemente, 3 pontos.
De 10 a 12 pontos: Sinal vermelho: você está tendo dificuldade para lidar com as pressões que enfrenta. Preste mais atenção no seu dia a dia e veja o que pode fazer para mudar. O auxílio de uma profissional pode ser importante.
De 13 a 21 pontos: Alerta: você já apresenta características de um quadro de estresse. Tome cuidado para não se esquecer da vida pessoal e piorar ainda mais a situação. Manter uma rotina mais leve pode ser a saída.
Acima de 21 pontos: Parabéns! Continue atento aos seus hábitos e à sua qualidade de vida para não cair em armadilhas que podem deixá-lo em segundo plano



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quarta-feira, 7 de novembro de 2012

quinta feira, dia 8/11


Paulo Sant`Ana




Eu sinto que tenho relacionamento com Deus.

Relação com Deus, eu já sabia que tinha.

Mas agora eu sinto que estou me relacionando intimamente com Deus.

Como é que eu sinto? Vou dar um exemplo: quando cai um objeto de minhas mãos no chão, apesar da minha terrível tontura incapacitante, eu me esforço, eu me esforço e ainda consigo com muito sacrifício juntar esse objeto.

Doem-me as pernas e os braços, as juntas, mas eu apanho no chão o objeto.

* * *

O que é que isto tem a ver com meu relacionamento com Deus? Tudo.

É que Deus tem sabido dosar o meu sofrimento. Ele sabe exatamente até onde eu posso suportar.

No dia em que eu não puder mais juntar o objeto do chão, terei morrido. E por enquanto ainda não é o que Deus quer. Deus, sinto, ainda tem planos para mim.

Sendo assim, a ração de sofrimento que Deus está designando para mim está no meu limite.

Se Deus apertar um pouco mais o torniquete, eu morro.

* * *

Assim como Deus nos dá ração de sofrimento, dá-nos também ração de felicidade.

Durante quantas vezes em minha vida (inúmeras), Deus me presenteou com tais êxtases de felicidade, que estive à beira de explodir, de morrer de felicidade?

Mas Deus teve controle e meu deu muitas vezes a dose-limite de felicidade que eu podia suportar.

Deus tem limites e conhece os meus limites.

* * *

O máximo que eu posso suportar é essa tontura incapacitante que tira a minha locomoção, que subtraiu toda a motricidade de meus nervos e músculos e que me faz seguir em frente somente na banguela.

Se passar daí, faleço.

Sob certo aspecto, é muito bom conviver com o sofrimento. Quer-me dizer que sou uma criatura viva, não sou um objeto, uma pedra, um martelo. Faz-me sentir humano, isto é, uma criatura de Deus.

Esse meu sofrimento é suportado pela esperança. Esperança de dias melhores. Pode ser que um dia um médico caído do céu diagnostique essa minha tontura. E acabe com ela em três dias.

É essa esperança que me mantém erguido. Se eu não tivesse essa esperança, já teria soçobrado, como soçobrou esses dias o Tatata Pimentel.

* * *

Quando pararem todos os relógios da minha vida e a voz dos necrológios gritar nos noticiários que morri, em torno de meu caixão quero que meus amigos comentem que ali diante deles está um homem que sofreu muito mas que também foi muito feliz.

Que curtiu profundamente os momentos felizes e que suportou com estoicidade e galhardia os cruentos sofrimentos.

Que teve instantes orgásticos de ventura e dias, meses, anos seguidos de cruciante padecer.

Isto, afinal, é ser homem. Isto, afinal, me diferencia dos batráquios.

Mas enquanto não para o meu coração, estou aqui a cada dia que o sol desponta à espera do que venha pela frente, seja um dilacerante martírio, seja uma felicidade incomparável.

Para isto, vim ao mundo, para sofrer ou para ser venturoso.