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Conversa do bebê Camelo

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Exclusivo, direto do Cazaquistão

Jonas é um artista nato, daqueles que não precisa palavras para se expressar.
Nesta apresentação faz um show que provocou reviravoltas no caixão de Elvis Presley.
Jonas, meu amado afilhado, é o show.


Um artista extraordinário

Guilherme Fiss, é conhecido por Guigo.
Guigo é um jovem que traz na alma a inquietude da juventude e a serenidade e poesia de um artista.
Com seu Sax, Guigo viaja com suas melodias e leva a platéia a flutuar..
O primeiro CD foi uma dádiva do céu. Breve o segundo CD.
Neste vídeo Guigo leva a platéia a um momento ímpar.
Faça sua viagem interna ouvindo este maravilhoso saxofonista.
contatos para festas, shows: (053) 84081310, ou guilhermefiss@hotmail.com
Com voces... Guigo!!!!


terça-feira, 16 de outubro de 2012

Eu vi

          Eu vi, em Santa Catarina, uma cidade que foi tirada de um vale e posta no alto de um morro.
          A pacata cidade de Itá, em Santa Catarina, vivia tranquilamente vendo seus dias começarem e terminarem sem nada de muito novo.
         Até que um dia surgiu o projeto para a construção de uma hidrelétrica na região. Com isto toda área da cidade seria inundada. Para que tamanha obra fosse realizada foi preciso construir uma nova cidade, desta vez no alto do morro. Anos foram passando, ruas foram projetadas, casas construídas e pessoas foram trocando a velha pela nova casa.
         Concluída a remoção das pessoas foi a vez de destruir tudo quanto existia.
         Tudo foi posto abaixo.
         Um fato impressionou a todos: a velha igreja, teve suas paredes derrubas mas as duas lindas torres mantiveram-se de pé. Tentativas foram feitas, mas lá ficaram elas, como que duas mãos erguidas ao alto, suplicando para ali permanecerem.
         Um plebiscito decidiu que as torres seriam poupadas e hoje se constituem num ponto turístico, acima do nível da água, tendo abaixo 14 metros de profundidade.
Eu vi aquelas torres com emoção e alguns pensamentos inundaram minha mente:

1)    Todos nós somos inundados. Inundados por dor, inundados por perdas, inundados por frustrações, inundados... muitas vezes inundados.
Tal qual as torres da igreja de Itá, parte de nós pode ficar de pé. Fica o que tiver fundação forte, bem alicerçado.
Meus princípios são fundações. Meus valores são fundações. Minha fé, acima de tudo é minha fundação.
Quando fundamento minha vida em alicerces frágeis, tudo vai abaixo, na primeira inundação.
Ele, com E maiúsculo, é a alicerce seguro para qualquer inundação.
Deus me segura em pé, independente de qualquer coisa.

2)     Itá antes deste episódio não passava de uma pequena e anônima cidade do oeste catarinense.
A partir da inundação se tornou numa cidade moderna, planejada, exuberante, atraente, delicada, agradável. Pessoas do Brasil e do exterior visitam esta cidade turística dada sua história e sua beleza.
Saiu do anonimato para ser uma cidade conhecida e, porque não dizer, famosa.
As crises são assim. Elas não só machucam. Também constroem. Elas não só quebram, dão também possibilidade de construir melhor do que já era.
Preciso aprender isto!

            Eu vi Itá, aprendi, me emocionei e voltei mais rico, na minha alma. 

            Obrigado Itá, por estas aulas de vida.

       Convite: deixe seu comentário abaixo. Obrigado

                                         foto das torres da Igreja antiga de Itá, SC

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Nesta quarta feira, dia 25


Lembranças da minha professora.


Já vai longe o tempo que comecei a frequentar uma sala de aula.
Longe, no tempo, mas ainda vive no meu coração o bom tempo.
Minha primeira pasta escolar, de couro está aqui, diante de mim, pendurada na parede como que a me lembrar de um tempo inesquecível.
A cena em que meu pai e minha mãe entregaram a pasta, com caderno, lápis e borracha, ficou perpetuada. Uma espécie de tremor saudoso percorre minhas veias ao lembrar tão singelo momento.
E a primeira professora? Ah... querida professora! Quanta saudade.
Seu nome: Brunilda.
Professora Brunilda está tatuada na minha alma.
Curioso é que não me lembro do que ela me ensinou. Não sei dos conteúdos que ela ministrou.
O rosto dela, a voz dela, não sei reconstituir.
Mas como ter saudade de quem não  lembro do rosto, nem da voz, nem do que me ensinou?
Lembro-me da alma dela.
Do jeito, da ternura, da atenção. Ah, disto eu lembro. De ela se aproximar da minha “classe”, ou “cadeira”, ou mesa, não sei como se chamava. Ela curvava-se e me dirigia a palavra. Era doce a palavra dela. Ela tinha interesse em mim. Eu era eu, não o aluno número tal.
Como é bom ser importante para alguém e a lembrança que tenho é de ser importante para ela.
Num lugar, então pequeno, no Morro Redondo, em determinado momento adoeci.
Fiquei em casa, febril, por vários dias. Uma batida à porta: era ela, minha amada professora.
Estremeci de felicidade.
Mais que o “melhoral” que tomava, a visita dela foi meu remédio. Pouco tempo eu estava de volta à aula saltitando dizendo: a professora foi na minha casa.
Quão honrosa visita.
Professoras e professores não ensinam conteúdos apenas.
Muito mais que conteúdos, eles nos emprestam a alma.
Emprestam, não. Dão-nos porções da de sua alma para que levemos ao longo da estrada da vida.
Não sei onde está minha professora Brunilda, hoje. Não sei onde está fisicamente. Porque o coração dela me acompanhou quando, depois de crescido fui ser professor por 35 anos.
Acompanha-me hoje, como psicólogo, cuidando de vidas que, por muitas vezes chegam ao consultório sangrando na alma, sem lembranças doces de pai, de mãe ou de professores que se curvaram dizendo: és importante para mim.
Obrigado, professora Brunilda.
Obrigado a todas as professoras e professores que me presentearam com conteúdos, revestidos de alma.
 Os conteúdos não sei bem onde ficaram, mas a alma de vocês está misturada à minha.
Vocês foram artífices silenciosos de quem eu sou, hoje.
Parabéns a todos que ensinam, que repartem conteúdos e alma
Que Deus os abençoe.

P.S: deixe seu comentário abaixo.
                                                                                                       Vilnei


quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Seminário PPHM, Curitiba


Voce está fazendo o que ama, agora?

tire 10 minutos do seu tempo para olhar, com carinho, a este vídeo.
Depois continue fazendo o que estava fazendo