Palestra: Motivação

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Decisões

sexta-feira, 19 de junho de 2015

quarta-feira, 19 de março de 2014

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Lua Cheia no Laranjal

Lua Cheia no Laranjal. 
Vinicius de Moraes no poema "canção de ninar" disse: Hoje a lua despiu seu véu
E flutua a dormir no céu...
Ontem a noite a lua fez isto: se despiu sem véu e inundou água e terra com encantadores raios dourados.
Viaje comigo através das imagens

sábado, 4 de janeiro de 2014

Há momentos que...

Pedalando pelas estradas vejo imagens diversas a cada metro andado.
Para cada imagem tento associar uma frase.
Ao passar por esta casa (casa?) me veio a frase:
"Há momentos que a vida se parece com esta casa".
Bom é saber que um dia, se alguém quiser, é possível reconstruir.
Ou não!

sexta-feira, 8 de março de 2013

pobre homem no dia da mulher


Dia difícil para o homem


Hoje é um dia em que os homens se esmeram na busca de formas e palavras para homenagear as mulheres.
Pobres, homens!
E agora?
O que dizer sobre elas que elas não sabem. Aliás, elas sabem muito. Muito além de nós, por vezes. (que elas não nos escutem, mas é verdade. Nosso mundo masculino custa a admitir isto)
Comprar uma flor?  Ah!!! As floriculturas estão cheias de homens, procurando uma flor. Mas se a atendente da floricultura perguntar: qual flor? Qual ela mais gosta?


Pronto, ferrou!


Crisântemo ou rosa? Margaridas, ou Lírios?
Flores do campo, quem sabe? Mas o que é flor do campo?
Deixa, então...
Lá vai o homem para a loja, comprar um presente.


Ao entrar, a atendente: “em que posso ajudar”?


Se pudesse ler o pensamento do homem, nesta hora, ele responde: me diz o que devo dar para a mulher da minha vida, no dia da mulher?
Um sapato, quem sabe? Mas e o número? Qual será o número? E a cor? E a forma?
Deixa o sapato, uma roupa, uma blusa. Sim, blusa é uma bom presente.
A atendente pergunta: qual a cor preferida dela? Qual tamanho?


Ihh.. ferrou de novo.


Deixa prá lá. Se despede, agradece e a atendente responde: merece!
Merece o que?? Por favor. Estou no desespero e ela ainda diz que mereço...
Sempre tem a saída mágica: o perfume!
Claro, porque não pensei nisto antes?


Primeira pergunta da atendente: qual tipo? Cítrico, floral? Amadeirado?


Realmente, pobre do homem, neste dia.
Tem uma outra opção que toda mulher ama: uma jóia.
Fácil, um anel, ou uma aliança.
Não falta a pergunta da atendente: qual o tamanho do dedo dela?


        Não tem jeito, mesmo...


Ao sair, a moça diz: temos vale presente. Que tal?
Finalmente a saída apoteótica: o vale presente!!


Apoteótica, porém ridícula.
 Talvez o melhor seja pegar uma caneta (lembra quando se escrevia com caneta, e não no word?) e escrever um poema.
Socorro, o que fazer neste dia para homenagear esta preciosidade ímpar, doce, elegante, forte, frágil, rígida e dócil?


Humildemente, recebam nossa palavra de profundo respeito, com uma única palavra: “obrigado”

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Abelhas e flores se comunicam por sinais elétricos

Abelhas e flores se comunicam por sinais elétricos, aponta estudo
Plantas emitem impulsos a insetos polinizadores que sugam pólen e néctar.
Cores vivas e fragrância das flores também ajudam a atrair esses animais.
Abelhas e flores se comunicam usando sinais elétricos, aponta um novo estudo feito pela Universidade de Bristol, na Inglaterra, e publicado na edição online da revista "Science" nesta quinta-feira (21).
Pela primeira vez, uma pesquisa mostrou que as flores emitem impulsos elétricos – equivalente a um sinal de neon – aos insetos polinizadores, como as abelhas, que são capazes de distingui-los de outros campos e encontrar as reservas de pólen e néctar.

Até aqui a matéria.
Minha pergunta: como achar que tudo isto aconteceu por mera evolução?
Um projetista especial, que entende de tudo está por detrás disto.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Uma imagem, um pensamento


Há muito convivo com a curiosidade de ver, de perto, o que acontece nas ruas de Olinda, em Pernambuco, na quarta feira pós-carnaval.
Pelo que li trata-se de uma manifestação que vai muito além do carnaval.
Neste dia acontece o famoso “bacalhau do batata”.
Conta a história que um garçom, conhecido por Batata, após trabalhar todos os dias do carnaval, sem poder participar da festa, saía, na quarta feira, pela manha, com um bacalhau na mão, brincando na rua, fazendo a sua festa.
Aos poucos pessoas, que também não puderam participar do carnaval, começaram a acompanhá-lo.
Neste ano caminhei pelas ruas de Olinda na quarta feira, pós-carnaval para ver de perto o que lá acontece.
Num calor de quase quarenta graus vi uma multidão incalculável de pessoas andando pelas ruas. Andando? Andando não, pulando, cantando, rindo de forma impressionante.
Bem em meio à muvuca senti, literalmente, o cheiro da festa, cheiro de gente suada.
Gente de todo jeito, com todas as caras numa espécie de “comunhão” alegre onde todos se cumprimentam e riem constantemente.
De onde vem tanta energia? São horas e horas de festa. Eu cansei, só de olhar.
Não vi um bêbado (não significa que não existam, é claro). Vi centenas de garrafas de agua mineral.
Vi velhos, muito velhos até crianças, no colo.
Vi gente fazendo festa, simplesmente festa. Festa gratuita, espontânea e intensa.
Os bonecos gigantes encantam pela perfeição dos detalhes, as fantasias de uma criatividade impressionante.
Em meio um homem, de fraque, gravata de tope, cartola empunha uma placa: “calma! Faltam apenas 380 dias”. Esperança de que logo chegue novo tempo.
Olhei atentamente no rosto daquela gente. Com a câmera fotografei e gravei vídeos detalhados. Parecia que não estavam ali, estavam em algum lugar do sei lá onde, como que flutuando nas ladeiras íngremes e irregulares daquela cidade.
Não estou fazendo apologia ao carnaval, nem tão pouco falando contra.
Estou, sim, impressionado.
O “carimbo” de pecado, em tudo que diz respeito a carnaval é perigoso.
Prefiro ver ali pessoas com suas histórias, suas dores, suas cargas da vida, se permitindo brincar.
Ao retornar, numa parada de ônibus, vi gente cansada, mas que com altíssimo bom humor cantava: acabou, mas ano que vem tem de novo.
Não sei dizer tudo que significou ver o que vi. Algumas marcas, porem pulsam em mim.
Brincar é preciso, alegria é invenção de Deus, viver... cada um encontra o seu jeito. Concordemos ou não.
Realizei meu sonho, conheci este mundo, volto mais rico tendo tido o contato com isto que é mais do que uma festa, é uma cultura que merece aplauso e respeito.
Aos que “rotulam”, sugiro que vejam de perto!!!